
Fernando do BBB8 aparece com morena em festa...acho que Natalia já era mesmo...ainda bem...
Bom pra ele...
boa noite a todos ,amanhã estarei comentando o reality Descabelados,me aguardem...
Se encontra por aqui...e falamos sobre vários assuntos...Sejam bem vindos...

O caipira leva a sua vaca para cruzar com o touro da vizinha.
Depois de ajudá-los no que podiam, os dois ficam ali, pendurados na cerca, olhando os animais transarem.
Aí o caipira, muito do malandro, olha com malícia para a vizinha e comenta:
- Cumadre, eu tô doidinho pra fazer aquilo que o seu touro tá fazendo na minha vaca!
E ela:
- Entonces vai lá, cumpadre! A vaca não é sua?

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.
Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá.
O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado. Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.
Tomou, então, a difícil decisão: Determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo. E assim foi feito: Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.
Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.
Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair!
MORAL DA HISTÓRIA: - Se você estiver 'lá em baixo', sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu 'desaparecimento', os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se do cavalo desta história. Não aceite a terra que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.

Dia de começar de novo e pensar em tudo que anda acontecendo no mundo,como por exemplo a tragédia que se chama Dependência Química.
Para muitas pessoas a minha história é só mais um “cliché”, para mim é a minha vida.
Meu nome não interessa, minha idade é de 30 anos. Durante mais ou menos 13 anos percorri um caminho que eu achava sem volta. O caminho da ilusão das drogas.
Como sempre e, acredito que para sempre, minha vida será cheia de dúvidas. Mas hoje minhas dúvidas não são sobre o que fazer, no que acreditar, minhas dúvidas são como posso fazer sempre o melhor, o mais correto independente do que seja.
Do álcool à cocaína perdi tudo que eu mais valorizava na vida. Minha família, meus amigos, minhas namoradas, meus poucos empregos meus estudos. De forma lenta e trágica as drogas e meu comportamento foram minando o caminho que eu estava cruzando.
Todos os meus valores, ainda não muito bem formados aos 17 anos se distorceram e me transformaram naquilo que hoje eu mais desprezo.
Sempre acreditei que para “me dar bem” na vida era preciso viver intensamente o dia de hoje e o amanhã era só amanhã.
Claro que eu estava errado! É preciso ter planos e sonhos que se pode alcançar, é preciso estar bem hoje para estar melhor amanhã. É preciso disciplina, ou seja, cumprir uma meta na mais perfeita ordem.
Preso a matéria conquistei amizades imundas que me ofereceram respeito através do medo. Tanto minha família tinha medo do que eu era capaz de fazer com eles, como meus “amigos” me respeitavam “medonhamente”. Mas o que me importava era ter e não ser.
Quanto chegou o meu “fundo do poço” (cada dependente químico tem o seu) que para mim foi ter perdido o controle da minha vida procurei ajuda das pessoas que eu menos merecia apoio, pelas mágoas que causei: da minha família.
Foi aí então que eu conheci uma comunidade terapêutica.
No começo não queria ir como 90% dos internos. O motivo das internações no início do tratamento, nunca é para nós mesmos, e sim por causa da família. Falei no início porque com o passar do tempo percebi que se não fizesse por mim mesmos isso não funcionaria. Já é muito difícil fazer por nós mesmos, pelos outros é impossível!
Lá na clínica aprendi que o maior problema do dependente químico é a distorção do caráter. Isso envolve todos os nossos valores, tanto materiais como espirituais.
O tratamento me ensinou que para crescer é preciso mudança para um novo estilo de vida: o da sobriedade. Os quatro pilares que hoje pratico para me sustentar nesta luta são: a Conscientização da Doença, a Laborterapia (amor ao trabalho), a Disciplina e a Espiritualidade.
Foram oito meses praticando a mudança (que não posso parar jamais) e descobrindo o caminho para me manter sóbrio. Claro que ainda tenho muita dificuldade, mas hoje eu sei para qual direção devo seguir, sei o que devo fazer ou o que não devo fazer.
Muitas dores me acompanharam durante esse tempo. De todas, a pior foi o arrependimento. Não o arrependimento de ter me internado, mas das coisas que fiz ou das que deixei de fazer. O tempo e a espiritualidade me ensinaram e me ajudaram a superar. Percebi que minha realidade era irreal, meus valores eram falsos e que tinha perdido o controle da minha vida, principalmente, o que hoje é para mim o mais importante: minha Dignidade.
Hoje, há quase nove meses “limpo” sei o verdadeiro valor dos meus sentimentos, sei que minha felicidade não cabe dentro de um copo ou de uma carreira de cocaína.que minha felicidade não cabe dentro de um copo ou de uma carreira de cocaína. Sei que as pessoas podem mudar, sei que eu posso ser uma pessoa melhor comigo mesmo e com as pessoas que mais amo.
Minha vida começa agora. Meu futuro está sendo transformado por mim e por Deus, pois, Deus quer e ajuda, mas é preciso ação da nossa parte. É preciso PRATICAR A MUDANÇA todos os dias!
É incrível, a sobriedade está sendo a maior loucura que estou fazendo na minha vida. E se eu pudesse daria um pouco dela para você usuário. Sei que minha luta está começando agora, sei que é difícil, mas não impossível. Estar sóbrio não é simplesmente “tampar a garrafa e apagar o baseado”, mas sim mudança de comportamento, atitude, valores, é corrigir os defeitos de caráter.
Procure ajuda das pessoas que te amam de verdade, confie em Deus e principalmente, confie em VOCÊ.
Uma frase muito usada na comunidade é: “Se eu consigo você também consegue!”.
Nunca desista dos seus sonhos, acredite um dia eles se tornarão realidade!
Depoimento de um dependente químico em recuperação,que prefere não dizer o nome...






Chapeuzinho vermelho ia tranquilamente pela floresta, cantarolando quando observou uma moita balançando.
Aproximou-se para ver o que era e atrás da moita, estava o seu lobo. Daí ela perguntou:
- Para que essas orelhas tão grandes, seu Lobo?
- É para te ouvir melhor, chapeuzinho!
E chapeuzinho continuou seu caminho, e daí a pouco, outra moita balançando. Aprouximou-se novamente viu seu Lobo atrás da moita. E perguntou:
- Para que esses olhos tão grandes, seu Lobo?
- É para te enxergar melhor, Chapeuzinho!
Chapeuzinho então seguiu seu caminho cantarolando. E novamente, outra moita balançando. Chegou perto e encontrou novamente seu Lobo atrás da moita.
- Para que esse nariz tão grande seu Lobo?
- É para te cheirar melhor chapeuzinho!
Então, chapeuzinho seguiu adiante. Daí algum tempo, ela observou mais uma moita se mexendo. Aproximou-se e novamente encontrou seu Lobo.
- Para que essa boca tão grande seu Lobo?
- É para te mandar tomar no cú, chapeuzinho!! Já é a quarta moita que eu agacho atrás para dar uma cagada e você vem me atrapalhar!

Descobre a importância de ter um amigo verdadeiro!!!
Em uma aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por uma rádio e ao fim de algum tempo, um medico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali possuía o sangue preciso. Reuniram então as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando... minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos: 'Ele pensou que ia morrer; não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer.'
- O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
- 'Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?'
E o menino respondeu simplesmente: - 'Ela é minha amiga.'

No cinema, o sujeito nota, logo à frente, um cachorro que ri muito do filme. Espantado, comenta com o dono:
- Rapaz! Seu cachorro está rindo do filme!
- Também estranhei. Ele detestou o livro.
Ao chegar na empresa, o chefe vê a sua secretária trabalhando que nem uma condenada e pergunta:
- Nossa, dona Priscila! Desde quando a senhora trabalha assim deste jeito?
- Desde que eu vi o sr. descendo do seu carro.




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